A parcela de famílias com contas ou dívidas em atraso alcançou 23,6%, 18,4% a mais do que o registrado em 2015. Já o total de famílias que não tiveram condições de pagar suas contas em atraso e permaneceram inadimplentes alcançou 8,9%– um aumento de 25,2% em comparação com o ano anterior












