{"id":5112,"date":"2018-04-12T16:56:02","date_gmt":"2018-04-12T19:56:02","guid":{"rendered":"http:\/\/fecomercio-pe.com.br\/site\/?p=5112"},"modified":"2018-04-12T16:56:02","modified_gmt":"2018-04-12T19:56:02","slug":"varejo-de-pernambuco-recua-02-em-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/fecomercio-pe.com.br\/site\/varejo-de-pernambuco-recua-02-em-fevereiro\/","title":{"rendered":"Varejo de Pernambuco recua -0,2% em fevereiro"},"content":{"rendered":"<p>Segundo a Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio (PMC) do IBGE, o volume das vendas do varejo pernambucano, assim como o nacional, mostrou recuo de -0,2%, em fevereiro de 2018, no indicador m\u00eas, m\u00eas atual em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Esta \u00e9 a taxa mais baixa para os meses de fevereiro, desde 2016, quando o setor apresentou varia\u00e7\u00e3o negativa de -2,6%. Vale destacar que este resultado n\u00e3o quebra o movimento de recupera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio varejista iniciado em 2017, apontando apenas um desaquecimento na demanda do Estado, ap\u00f3s um in\u00edcio de ano com forte n\u00edvel de consumo.<\/p>\n<p>O m\u00eas de fevereiro, em Pernambuco, possui um Carnaval muito forte e os dias, aproximadamente cinco, em que o com\u00e9rcio local fecha contribui de maneira significativa para este recuo, pois as lojas perdem a oportunidade das vendas planejadas e por impulso, o que, consequentemente, reduz o volume de vendas em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A taxa de -0,2% ainda pode ser considerada positiva, pois mostrou certa estabilidade no desempenho em rela\u00e7\u00e3o a janeiro. \u00c9 importante mencionar que o cen\u00e1rio para o crescimento do varejo se torna cada vez mais positivo, com a gera\u00e7\u00e3o de emprego formal mostrando n\u00fameros cada vez menos negativos, infla\u00e7\u00e3o ainda em desacelera\u00e7\u00e3o e a continua\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica da queda de juros, contribuindo para um melhor acesso ao cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>No desempenho em 12 meses, o volume de vendas do varejo acumula alta de 5,1%, mostrando estabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao acumulado dos 12 meses encerrados em janeiro, mas com significativa melhora quando comparado aos mesmos per\u00edodos dos anos anteriores, sendo o maior resultado para o per\u00edodo desde 2014, quando o indicador atingiu os 6,9%. O comparativo mostra o in\u00edcio de uma estabilidade na curva do setor pernambucano, por\u00e9m se espera que as vendas voltem a crescer em datas comemorativas importantes, como Dia das M\u00e3es, Dia dos Namorados, S\u00e3o Jo\u00e3o, Dia dos Pais, Dia das Crian\u00e7as e Natal.<\/p>\n<p>No ano, as vendas acumulam alta de 0,1%, que, apesar de ser um valor modesto, mostra uma melhora em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos per\u00edodos dos tr\u00eas anos anteriores, quando as taxas eram de -2,4%, -11,3% e 1,8%, em 2017, 2016 e 2015, respectivamente. O indicador mensal, m\u00eas atual em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior, mostrou uma queda de -1,4%, quebrando uma sequ\u00eancia de onze resultados mensais positivos. Nos \u00faltimos cinco anos, o indicador mostrou desacelera\u00e7\u00e3o no m\u00eas de fevereiro, apontando uma consecutiva queda do consumo e um aumento no comportamento conservador das fam\u00edlias pernambucanas, durante o per\u00edodo pr\u00e9 e de crise.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise por tipo de segmento, verifica-se que os principais motores da recupera\u00e7\u00e3o continuam sendo os setores ligados \u00e0 confian\u00e7a dos consumidores e do acesso ao cr\u00e9dito, como \u201cM\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos\u201d, \u201cOutros artigos e uso pessoal de dom\u00e9stico\u201d, \u201cVe\u00edculos, motocicletas, partes e pe\u00e7as\u201d e \u201cEquipamentos e materiais para escrit\u00f3rio, inform\u00e1tica e comunica\u00e7\u00e3o\u201d. Os quatro est\u00e3o sendo impactados de maneira positiva pela melhora do cen\u00e1rio nacional, que contribui para que as pessoas voltem a consumir produtos dur\u00e1veis de maneira mais forte. Quando se olha em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos doze meses, as maiores altas continuam com os equipamentos de inform\u00e1tica e os eletrodom\u00e9sticos, na outra ponta, as varia\u00e7\u00f5es negativas e os desempenhos mais cr\u00edticos ainda est\u00e3o com o setor de papelaria, livros, revistas e jornais e de material de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O varejo ampliado, setor que agrega todos os \u00edndices do varejo mais as atividades de &#8220;Ve\u00edculos, motocicletas, partes e pe\u00e7as&#8221; e &#8220;Material de constru\u00e7\u00e3o&#8221;, tamb\u00e9m continua com tend\u00eancia de recupera\u00e7\u00e3o, com velocidade superior ao do varejo restrito. Em fevereiro de 2018, a maioria dos indicadores apresenta taxas positivas, como o comparativo mensal, o acumulado do ano e o acumulado em 12 meses, com taxas de 0,9%, 2,4%, e 4,4%, respectivamente.O mercado ainda espera um crescimento para o volume de vendas do varejo restrito e ampliado superior ao de 2017, acompanhando assim as proje\u00e7\u00f5es feitas para o PIB nacional, que tamb\u00e9m t\u00eam expectativa para superar o registrado em 2017. O Estado de Pernambuco continua mostrando um desempenho que o coloca novamente com probabilidade alta de crescimento, podendo ser superior \u00e0 m\u00e9dia nacional mesmo com o desemprego em n\u00edvel ainda cr\u00edtico.<\/p>\n<p><em><strong>Refer\u00eancia: Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio (PMC). Fevereiro\/2018.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio (PMC) do IBGE, o volume das vendas do varejo pernambucano, assim como o nacional, mostrou recuo de -0,2%, em fevereiro de 2018, no indicador m\u00eas, m\u00eas atual em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. 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